Tom: A minor•
Verse 1
Am
F
Oh, oh, oh,
Ebm
Am
F
Eb
G
Dm
oh...
Eb
Am
Eb
Am
F
Em
Am
Procuraram vitória até dez
dias e foi
Encontrada com ferimentos
graves depois
lamentou a filha na colisão
Perdeu a visão, ficou cega sem boi
G
Am
E enterrou Ernesto,
o pai de Vitória
Seu esposo morto, burro, rosto exposto
F
Só o resto, vi úva e pavida
Sem lenço, sem documento,
sem luva e grávida
G
Sem o calor do seu preto,
E a serve de graça,
fracassa sozinha e ainda ela sonha
e declara ao carteiro
O seu grande amor pai e eu em
e mundo complexo
Tiro a pureza de vitória, violou seu sexo
F
Filma sem chance, gestante fugiu
Mas voltou e mandou a menina
pra casa do tio
G
Am
Vitória generosa, benévola, pérola
Anjo com auréola, bondosa, um xodó
Pegava animaizinhos na rua
Am
A lembrança é madura, insegura
Sofreu quase tudo na vida dura
E venceu os tabus
F
O ódio perdeu, ela viu a mão de Deus
Mesmo com olhos que não olham,
ela viu uma luz
G
Am
Pois nasci, nunca vi o amor
E ouço dele sempre falar
F
Pelo que sei ele é eterno,
mas rogarei ao meu senhor
G
Am
Que me mostre o qual amor
G
Am
A filha tranquila já com a família em Goiás
E seu irmão Edivaldo
em São Paulo no Alcatraz
jogou o menino Silva
Num buso confuso, clandestino,
Am
Parou em outro rumo como intruso
Terminou no interior perdido,
mas não chegou na capital
F
Se verdeu tentando se achar no centro -oeste,
chura
Caminho cascanela oferece
só no cafundó perambulando
Procurando sua família em algum mocó
da sorte no vermelho
Viajou por toda parte,
G
foi a Marte de joelho até aqui
Am
Ei moço, tava te esperando,
já vai começar a reunião
Sente vivo protegido por um laço
da voz chamando o moço
Quando molhou o rosto e
chorou em pedaços
G
Am
Da sensação daquele
abraço daquela noite
Que arrebatou -te
como se fosse a expressão mais doce
o seu melhor sorriso
As nuvens derramavam gotas do paraíso
G
Am
Ao Léo declarou aos quatro ventos
E a moça dos panfletos
que era filho do Senhor
Imperador dos céus,
Recorda sua história,
aquele semblante marcante
Am
Pois assim nunca vi o amor
E ouço dele sempre falar
F
Pelo que sei ele é eterno
Mas rogarei ao meu Senhor
G
Am
Que me mostre o tal amor
G
Am
Vitória sorria e sofia por tato
Apalpava texturas, bruxuras
Dm
Ouvia passos, ruídos e ecos
Efeito cortina sua retina
Am
Sem serventia, olhos de boneco
Edivaldo conserta seu mundo
com martelo e prego
Indireita sua sombra, seu sonho, seu credo
F
Seu espírito cresce e fortalece
Como árvore, destituita e forte
Am
De volta pra vida, com endereço e família,
que a casa é devoto
Do mesmo modo que respira,
F
emprestava seus olhos pra temas
Filmes no cinema e recitava poemas,
Am
Com olhos cedidos, emocionados,
cheios d 'água
Por vitória dava vida,
dava vista e declarava
Dm
F
Am
Onde estiver estarei com você,
Sangue do meu sangue,
te amo e sou seu fã
e o meu ombro tudo em dobro
Meus sentidos, meu infinito
e te dou meu amanhã
retira a retina
Olha os castanhos com um pouco
sem córnea ou pupila
Arranca -se e mutila por ela
F
Edivaldo com um sorriso solar,
singular, de prazer
Chegou no lar, queria ler
G
Am
E Vitória leu Salmo
O Senhor é minha luz e a
minha salvação
A quem temerei?
F
O Senhor é a força da minha vida
De quem me receberei?
G
Am
Pois nasci e nunca vi o amor
E ouço dele sempre falar
F
Pelo que sei, ele é eterno
Mas rogarei ao meu Senhor
G
Am
Que me mostre o tal amor
Dm
Am
F
E me ampare de toda dor
G
Am
Pois nasci e nunca vi o amor
E ouço dEle sempre falar
Ele é eterno
Mas rogarei ao meu Senhor
G
Am
Que me mostre o tal amor
Dm
Am
F
G
E me amparre de toda dor
o Senhor é a força da minha vida
esconderijo do autismo,
a sombra do todo -poderoso
G
Am
escândalo.
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